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Atletas do Nordeste quebraram barreira histórica na Copa América de Futebol 7

Na última semana o Brasil viajou com uma delegação formada por atletas de todos os cantos do país para a disputa da Copa América de Futebol 7. Apesar de ser algo que deveria ser natural e justo, durante muitos anos não era a realidade do esporte mais praticado no país, já que anteriormente a Seleção Brasileira reconhecida pela Federação Internacional de Futebol 7 era formada por uma das 7 Confederações que atualmente estão em atividade no Brasil.

 

Com uma Confederação comandando era fato comum a Seleção Brasileira ser formada apenas na categoria masculina e quase que 90% dos atletas eram de clubes do Rio de Janeiro. Desde que a Associação Brasileira de Clubes de Futebol 7 passou a ser a única reconhecida pela Federação Internacional de Futebol 7 (FIF7) a realidade mudou, já que a entidade não possui federações filiadas e são os clubes que tem voz ativa junto a Associação.

 

Em 2017 as convocações passaram a ser realizadas sempre com a presença de atletas de pelo menos 7 Estados e 10 clubes brasileiros. Para a Copa América a Seleção viajou com 30 atletas de 10 estados do país e o sonho de defender a Seleção que era algo surreal para os atletas do nordeste, passou a ser uma realidade.

 

O zagueiro Cadu (Sport Recife-PE) já havia sido campeão da Copa Intercontinental em dezembro e retornou para a Copa América, sendo um dos protagonistas na conquista do título. O meia-atacante do Camaçari-BA, Miller Alves, viajou para Lima ao lado da habilidosa Tatielle, também da equipe baiana.

 

"Atletas de alto nível existe em todo o país e a Seleção Brasileira passou a ser formada de forma justa e democrática. Devido as distâncias e a falta de visibilidade do esporte em diversos estados, ainda é difícil receber informações e analisar, mas o nosso banco de dados esta cada vez mais enriquecido e sabemos que estamos no caminho certo para formar a Seleção Brasileira cada vez mais justa e competitiva para brigar pelo título nas principais competições internacionais" afirmou Lucas Roxadelli, auxiliar técnico da equipe masculina.

 

"Nós vivemos um sonho durante a Copa América. A forma respeitosa com que os atletas foram tratados. Toda a estrutura oferecida e o planejamento cumprido a risca pela diretoria da Associação Brasileira de Clubes é algo novo na modalidade. Nos motiva muito a seguir trabalhando forte nos nossos clubes para poder ter a chance de voltar" afirmou Cadu, após a conquista do título junto a seleção masculina.

 

 

 

 

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